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Quando o ajoelhar levanta a alma
Hoje, domingo, dia 25 de outubro de 2025, ao término da Escola Dominical na Missão Apostólica, chegou um jovem à igreja. Reconheci-o de imediato; cumprimentei-o, e o pastor o convidou a entrar. No refeitório, ofereceram-lhe café. Era alguém que congregara conosco entre 2016 e 2017; aceitara a Jesus nesta igreja e começara a pregar, mas, como chuva temporã, o ímpeto passou, e ele se afastou. Tentamos buscá-lo por meio de visitas, sem êxito. Estimávamos sua mãe e sua família; depois, ele partiu para o interior do Estado, e as notícias diziam que estava desviado. Pensamos que fora “fogo de palha”. Anos depois, voltamos a vê-lo à porta do Supermercado Internacional,…


