Tiago Rizzolli

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Reflexões sobre a condição humana, a fé e as estruturas do mundo.

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Filosofia & Teologia

A Sinfonia da Vontade: O Topo, a Tapeçaria e o Compasso de Deus

O sonho nos concede asas, mas a realização é a âncora que fixa o espírito no solo firme da jornada. Atingir o cume provoca vertigem, uma plenitude passageira que expõe…

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27 de abril de 2012
Artes & Narrativas

Ensaios da Realidade: O Funeral da Formiga

No quintal de casa, no bairro Grande Vitória, o palco era simples, mas cheio de possibilidades. Bastava uma formiga morta e uma caixa de fósforo vazia para que minha imaginação…

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31 de julho de 2006
Artes & Narrativas

A Teologia do Portão: A Prece Cruzada e a Solidariedade de Trincheira

O lar, outrora um refúgio seguro de obviedades cotidianas, torna-se um palco estranho e hostil no dia do luto. Dentro de casa, depois que os papéis amarelos são assinados, a…

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15 de abril de 2026
  • Artes & Narrativas

    A Casa da Vovó nos anos 1990-2002

    5 de maio de 2026 / No Comments

    Existe um tipo de felicidade que só se reconhece depois. Enquanto está acontecendo, ela não tem nome, é apenas o estado natural das coisas, o ar que se respira sem perceber que é ar. Só mais tarde, quando o tempo a transforma em memória e a memória em saudade, é que ela ganha o seu contorno exato. É só de longe que se vê a forma do que se foi. Meus dias mais felizes foram quando eu ainda não tinha uma imagem ruim do ser humano. Quando acreditava, com aquela crença que não precisa de argumento porque nunca foi testada, que as pessoas são boas. Que o mundo as recebe…

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    A Fissura e a Forja: A Anatomia do Pecado, do Sofrimento e da Cura

    19 de janeiro de 2013
  • Filosofia & Teologia

    O Manifesto do Desencanto Biológico

    27 de abril de 2026 / No Comments

    Não sou velho, mas a juventude incontestável também já me escapou. Aos 41 anos, encontro-me estacionado nesta exata encruzilhada da vida, forçado a refletir logo após sepultar as minhas duas avós: Arlinda, em 2022, e agora, neste recente 15 de abril de 2026, a minha avó Arlete. Curioso notar a poesia fúnebre escondida na fonética. Ambas traziam no nome o princípio do elemento vital, o fôlego inicial, começando com a sílaba “Ar”. E, numa simetria que quase parece um recado do destino, as suas sílabas finais ecoam os dois extremos da nossa existência: o “da” de vida e o “te” de morte. Desde que eu era criança, no meu imaginário,…

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    Tiago Rizzolli

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    21 de março de 2010
  • Filosofia & Teologia

    A Sociologia da Despedida: O Luto como Ferramenta de Coesão Social

    20 de abril de 2026 / No Comments

    O dia do velório constitui um rito de passagem solene, no qual a sociedade é confrontada tanto com a inexorabilidade da morte quanto com as tradições que emolduram o luto. Tais práticas, cujas nuances variam profundamente entre diferentes culturas, desempenham um papel estrutural no modo como os indivíduos processam a ruptura e exteriorizam o sofrimento. Para além de propiciar um espaço legitimado para a manifestação da dor, esses rituais atuam ativamente na construção e no fortalecimento da coesão social entre os enlutados. Essas conexões interpessoais revelam-se indispensáveis para o suporte emocional, uma vez que permitem a partilha de experiências e a busca por consolo coletivo diante de uma vivência desestabilizadora.…

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    8 de julho de 2012
  • Artes & Narrativas

    A Teologia do Portão: A Prece Cruzada e a Solidariedade de Trincheira

    15 de abril de 2026 / No Comments

    O lar, outrora um refúgio seguro de obviedades cotidianas, torna-se um palco estranho e hostil no dia do luto. Dentro de casa, depois que os papéis amarelos são assinados, a burocracia emocional finalmente nos alcança. Minha esposa, numa tentativa terna e inquieta de atenuar o peso esmagador do ambiente, tentou preencher o vazio com o som das pequenas coisas. A morte deixa um eco ensurdecedor nas paredes, e nós tentamos, em vão, abafá-lo com os ruídos da normalidade. Mas o cansaço da alma cobrou o seu preço; ela preferiu se ausentar, recolhendo-se na quietude do quarto para encontrar os seus próprios contornos e processar a dureza do dia. Os meus…

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    Tiago Rizzolli

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    28 de maio de 2013

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    23 de fevereiro de 2013
  • Artes & Narrativas

    O Peso do Quase e o José de Arimatéia Moderno: A Burocracia do Fim

    14 de abril de 2026 / No Comments

    Hoje, exatamente hoje, a morte atravessou a minha sala. Meus olhos arderam, as bochechas contorceram-se num reflexo involuntário da alma, e as lágrimas, pesadas, traçaram o caminho inegável da perda. Minha avó cruzou a porta. Passou pelo rio, passou pelo mar. Foi desaguar em um oceano onde o meu alcance humano já não existe. A dor maior, o espinho que fica cravado na garganta, é o peso do “quase”. Eu havia desenhado na mente um roteiro de afeto e redenção: queria pegá-la pelo braço e levá-la a lugares onde os seus pés cansados nunca haviam pisado. Minha intenção era surpreendê-la com algum conforto material, um bom plano de saúde, alguém…

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    Tiago Rizzolli

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    15 de julho de 2014
  • Artes & Narrativas

    O Oceano e o Iceberg: A Técnica e a Planilha dos Nossos Afetos

    13 de abril de 2026 / No Comments

    A chuva espancava a janela com uma cadência que, de certa forma, emulava o tique-taque inflexível de um relógio. Da minha cadeira, eu observava a coreografia da rua lá embaixo: o fluxo contínuo dos carros, os semáforos alternando as suas cores com uma precisão milimétrica, os guarda-chuvas que desabrochavam quase em uníssono ao primeiro sinal do temporal. A mente, sempre viciada na concretude tátil do mundo, logo sussurrou a palavra mais óbvia e preguiçosa para descrever o cenário: máquinas. É assustadoramente fácil olhar para o nosso tempo e transferir a culpa para o aço, para o silício e para os motores. Crescemos condicionados a acreditar que a tecnologia é apenas…

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    Tiago Rizzolli

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  • Educação & Cuidado

    A Arquitetura do Tempo: Vinte Anos na Escada da Memória

    6 de abril de 2026 / No Comments

    Vinte anos. Quando publiquei aquele primeiro texto em abril de 2006, eu mal sabia que estava dando o passo inaugural naquilo que hoje reconheço como a minha própria “Escada Escura”. Ao fechar os olhos e olhar de cima para baixo, vejo que cada degrau dessa descida ininterrupta representou um ano da minha vida. Um ano de caminhada tateante, na tentativa desesperada, e muitas vezes bela, de capturar quem eu sou em meio aos escombros do tempo. Durante duas décadas, este espaço serviu como os meus Cadernos de Memória. Escrevi enquanto observava, pela janela, o mundo lá fora render-se ao tique-taque inflexível das máquinas e à frieza do aço e do…

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    Tiago Rizzolli

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  • Artes & Narrativas

    O Teatro das Sombras e a Coragem da Horizontalidade

    2 de abril de 2026 / No Comments

    A pesada porta de madeira cedeu com um rangido arrastado, revelando as entranhas de um teatro abandonado. Eu não fazia ideia de como havia chegado ali, mas o cheiro de poeira suspensa e veludo mofado era inconfundivelmente real. Como de costume, entrei de cabeça baixa. Meus olhos rastreavam o chão, os rodapés e as pontas dos meus próprios sapatos. Era um vício antigo: caminhar encolhido, como se tentar ocupar menos espaço no mundo me garantisse o benefício da invisibilidade. Sentei-me na última fileira, abrigado na poltrona mais escura que encontrei. Foi então que as luzes do palco estalaram, rasgando a penumbra. Lá em cima, sob o foco de uma luz…

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  • Artes & Narrativas

    A Criatura Estava Viva no Veículo. O Que Fiz a Seguir Explica o Medo Humano

    22 de março de 2026 / No Comments

    A rua parecia ser a mesma de sempre, mas havia um desalinho sutil na arquitetura da realidade. O carro estacionado em frente à casa não pertencia a ninguém, assim como a própria casa do vizinho era uma invenção daquela noite. Dentro do veículo, o absurdo repousava em silêncio: um animal de grande porte, um híbrido monstruoso de boi e cavalo. Era feito de carne e osso, mas carregava a frieza rígida das estátuas. Estava paralisado, mas, de uma forma que a razão se recusa a alcançar, pulsava de vida. Eu o observava esmagado pelo peso de uma decisão inevitável. Havia em mim uma certeza muda e absoluta, quase um dogma…

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    Eleições da CADEESO 2026: Entre o Discurso de União e a Realidade da Concentração

    11 de março de 2026 / No Comments

    A atual corrida eleitoral para a Mesa Diretora da CADEESO tem mobilizado lideranças e ampliado o debate sobre o futuro da nossa convenção. Ao analisar as propostas e, sobretudo, a composição das chapas, em especial a encabeçada pelo respeitado Pr. Kemuel Sotero, deparo-me com reflexões que exigem ser compartilhadas com honestidade e rigor. O peso de um nome é, sem dúvida, importante, mas a solidez de uma instituição exige um plano de governança claro e propostas reais que saiam do papel. Embora a referida chapa levante frequentemente a bandeira da “união”, a sua estrutura revela uma contradição prática. Caso seja eleita, teremos dois pastores da mesma igreja local (AD Aribiri)…

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    O Marco e o Fogo: Os 18 Anos do Rosa de Saron em Padre Gabriel Meire

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✨ Siga meu trabalho e reflexões diárias. 📷 @tiagorizzolli 🌐 www.tiagorizzolli.com.br

Muitas vezes vivemos nossos melhores dias sem nos Muitas vezes vivemos nossos melhores dias sem nos darmos conta. 

É só de longe, com a distância do tempo, que a memória transforma aquele momento comum em uma profunda saudade. 

O cotidiano tem a sua própria beleza, que frequentemente só ganha o contorno exato quando já se foi.

www.tiagotizzolli.com.br
O Espírito Santo é o mesmo ontem, hoje e para se O Espírito Santo é o mesmo ontem, hoje e para sempre!

​Nesse vídeo histórico de 1966, o Pr. Paulo Leivas Macalão e a Irmã Zélia Brito nos lembram de uma verdade fundamental: a alegria do Senhor não depende do luxo das construções, mas da presença d'Ele em nossos corações.

​Seja em um templo suntuoso ou em uma igreja simples de pau-a-pique, o poder de Deus é o que nos une. Que possamos manter viva essa chama e esse legado de amor pela obra!
Antes de alcançar o degrau da escada dos sons, pe Antes de alcançar o degrau da escada dos sons, percebi que a voz do meu Deus falava de sete maneiras diferentes. Cada uma revelava algo novo, uma verdade que apenas o silêncio e a escuta podiam trazer à superfície.
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ASAS DESCOBERTAS Voando nas asas dos meus sonhos, ASAS DESCOBERTAS

Voando nas asas dos meus sonhos,
esse verso abre uma janela para o infinito pessoal.
Essa linha desperta a aspiração universal,
um desejo de transcendência onde os sonhos são refúgio e impulso.

Eles nos elevam acima do ordinário,
propulsores em nossa jornada única,
um convite a ser levado pelas correntes da imaginação,
explorando os confins do possível e do impossível.

Nesse voo, cada pensamento é uma descoberta,
cada sonhar, um universo recém-nascido,
onde nos permitimos ser mais do que somos,
em mundos construídos por desejos não ditos.

Aqui, entre o sonho e a realidade, estendemos nossas asas,
e nos lançamos em busca de novos horizontes,
em uma viagem através do véu das noites e dos dias,
onde o impossível simplesmente não existe, e cada momento é um convite à ascensão.
A cultura, mesmo sofrida, tem vontade de potência A cultura, mesmo sofrida, tem vontade de potência.
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Sobre mim

Tiago Rizzolli é administrador, professor, pesquisador e ministro do Evangelho (Missão Apostólica Assembleia de Deus – CADEESO/CGADB). Movido pela busca constante de sentido nas relações humanas, atua na intersecção entre a educação, a gestão e a espiritualidade. Doutorando em Educação com foco em filosofia e pensamento crítico, é também Coordenador-Geral de Atendimento à Comunidade no Ifes – Campus Cariacica. Neste espaço, ele compartilha análises e reflexões que cruzam as fronteiras do rigor acadêmico com a vivência prática, a liderança institucional e a fé cristã aplicadas ao dia a dia.

Uma voz em defesa da dignidade humana!

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