Quinze de março de 2010
Em 15 de março de 2010, numa tarde que ainda carregava a luz demorada do verão, completei vinte e cinco anos. Estávamos em Cariacica, na casa que guardava a simplicidade e a beleza dos nossos melhores dias.
Aos vinte e cinco, as responsabilidades começam a cobrar o seu preço, mas a ilusão de que temos todo o tempo do mundo ainda nos protege.
Recebi na varanda de casa os meus amigos, a irmã Cleuci, o Gabriel, a comunidade de Nova Belém, além do meu pai e da minha mãe.
Eu estava cercado por aquele tipo de pertencimento que a juventude toma como garantido e que a maturidade reconhece como milagre.
Aos 25 anos, a gente acha que está apenas celebrando, mas na verdade estamos construindo as âncoras que vão nos segurar nas tempestades do futuro. Qual é a memória da sua juventude que até hoje serve de "base" para a sua vida? Compartilhe nos comentários.



















