Jonas, outra vez
Tenho a lembrança viva de quando, com apenas 10 anos, subi ao púlpito pela primeira vez para levar a mensagem principal. Foi no Morro dos Alagoanos, em um templo simples, ainda na parte de baixo da sede própria da igreja. Era 1995 ou 1996, e eu, tão jovem, sentia o peso da responsabilidade.
Preguei sobre Jonas. A história daquele homem que tentou fugir de Deus. Eu não queria fugir, mas tremia diante do que aquele momento representava. A pequena congregação estava ali, atenta, com olhos que me observavam e ouvidos que aguardavam o que eu tinha para dizer.
Minha segunda pregação foi na Assembleia de Deus em Gurigica, uma congregação do Ministério Alecrim. A ocasião era diferente: um culto de crianças, com muito mais pessoas presentes. O salão estava cheio. Mais uma vez, Jonas foi o tema.


