Alvenaria existencial
Não nascemos prontos. Somos projetos em rascunho, esboços de vastas possibilidades, e é precisamente nessa incompletude que reside a nossa maior grandeza: a abertura para o novo e para a construção intencional do próprio destino.
A felicidade não é um bilhete premiado caído dos céus. É alvenaria existencial: ergue-se nas atitudes que tomamos, na liberdade de dominar o nosso próprio tempo, no cultivo de uma vida grata.
E ela só atinge o seu ápice quando a nossa presença torna o fardo do outro mais leve.


